Dando as graças agora no FDC temos The Hangover, ou mais conhecido nas terras tupiniquins por “Se Beber não Case”.
Como é de costume em comédias que não possuem grandes nomes como Jim Carrey ou Eddy Murphy, The Hangover será lançado em Terra Brasilis bem depois de ser lançado nos EUA, porém olhando o retrospectivo de ótimos filmes como Mall Cop e Adrenalina 2 que sequer deram o ar da graça por aqui, temos que levantar as mãos pro céu por esse lançamento.
No filme três caras vão para Las Vegas curtir uma festa de despedida de solteiro, e, em meio à bebedeira, acabam perdendo o noivo a apenas 40 horas do início da cerimônia. Todos estão de ressaca e ninguém se lembra o que aconteceu. Para encontrar o noivo desaparecido, os três amigos terão de refazer os passos da noite anterior e descobrir em que momento as coisas começaram a desandar.
Se existe algo de bom em ter o filme lançado atrasado, é que possibilita ter uma avaliação prévia do filme no exterior e ter uma certa idéia de sua qualidade. Lá fora o filme vem sendo alvo de ótimas críticas e acabou batendo o recorde de bilheteria para filmes de comédia voltados para adultos (+18).
Por sinal, alguns críticos vêm associando o filme a uma seqüência espiritual de Superbad, outra comédia de sucesso lançada em 2007.
Para quem quiser conferir o trailer:
The Hangover, ou Se Beber não Case, estréia dia 21 de Agosto nos melhores cinemas perto de sua casa, e provavelmente sob a classificação 18 anos (espero).
Endomarketing, Marketing de Relacionamento, Marketing Corporativo, Telemarketing, Marketing Ambiental, Marketing Institucional, Marketing Digital, Marketing de Guerrilha, Marketing Político, Marketing de Serviços, Marketing Cultural, Marketing Social, Marketing de Varejo, Marketing de Lugares, Trade Marketing, Marketing Pessoal, Marketing de Massa, Marketing Organizacional, Marketing Viral, e-Marketing, Marketing de Serviços Públicos, Marketing Hospitalar, Marketing Religioso, Marketing Turístico, Marketing Verde…
Cansei, sério, cansei! Não dá mais pra aguentar essas besteiras feitas apenas para vender livros e metodologias.
Me cansou ficar lendo a cada semana um novo “tipo de marketing” nascendo e virando modinha. Podem me chamar de antiquado, mas para mim MARKETING é só um, e sua ciência é flexível à toda e qualquer atividade comercial.
Tudo bem, eu posso ser um novato na profissão e talvez me falte apanhar na vida profissional para perceber que críticas como essa podem ser imbecis, mas desculpa, eu possuo senso crítico.
Não é porque um advogado faz pós graduação em Marketing e fica maravilhado pelas ferramentas e oportunidades que ele precisa “criar um novo conceito” ou o “Marketing de Direito”, escrever um livro que fala ABSOLUTAMENTE a mesma coisa de qualquer outro livro sobre o assunto, aplicando-o apenas a uma uma situação diferente, a um negócio diferente.
O pior é depois precisar ter que aguentar profissionais reclamando da falta de regulamentação da profissão, da falta de respeito das pessoas para com os profissionais de Marketing, da visão errônea da sociedade sobre nosso trabalho, da falta de respeito e importância que o mercado dá aos conceitos de Marketing. São esses mesmos profissionais que inventam o que eu gosto de chamar de “Whatever Marketing” ou “Marketing do Que Seja” para os que não entendem de inglês e tem medo do DI-CIO-NÁ-RIO.
Nossa profissão é prostituída por causa desses conceitos abertos, criados à esmo, sem qualquer regra e controle, sem qualquer padrão, apenas para engordar os bolsos e o ego de alguns espertos (não inteligentes), que só aprenderam um conceito da profissão, agarrar oportunidades.
Aliás, por falar em profissão prostituída, taí uma idéia pros “idealistas” de plantão, “Marketing de Prostituição” ou “Slut Marketing” como preferirem, meu único medo é se isso já existir.
Fica aí então o apelo de um profissional recém-chegado no mercado, parem de fingir que criam metodologias e ciências à partir da junção dos fundamentos estratégicos com qualquer área do mercado. Sinceramente, me enoja ver o mesmo discurso sendo feito, em diferentes livros, pós-graduações, MBAs e etc…
Depois de muito tempo sem escrever aqui, resolvi tomar vergonha na cara e tirar a poeira do Blog. Percebi que o problema de atualizações constantes estava ligado à falta de compromisso com assuntos específicos, para tal, tentarei criar colunas semanais ou mensais específicas de determinados assuntos. Uma delas é o “Fim de Cinema”.
O Fim de Cinema tem como objetivo dar uma dica do melhor filme para se assistir no cinema durante o Final de Semana (entendeu o trocadilho? hã hã hã? Péssimo né?). Logo, esperem atualizações desse assunto de segunda à quinta.
Como citarei quase sempre filmes que ainda não estrearam, só poderei escrever algo como um breve preview, citar curiosidades ou em caso de sequências e remakes, falar mais um pouco sobre a franquia.
Assim que assistir o filme, irei editar o post do FDC com uma simples escala de avaliação que vai de 0 à 5 nuvens, correspondente aos pontos de avaliação, quanto mais, melhor.
Mas chega de enrolação, o filme que estréia no FDC é Brüno.
O longa (não tão longo assim) é escrito e estrelado por Sasha Baron Cohen, o eterno Borat Sagdiyev, e dirigido por Larry Charles (Seinfield). O filme conta a aventura de Brüno, um repórter austríaco homossexual de televisão que se julga a voz da TV jovem de seu país e resolve levar seu programa para outro país. Advinhem qual? Isso mesmo… “US and A”.
Não poderia ser diferente, e o filme é cercado de polêmicas e como de costume os produtores já foram processador ao longo das filmagens devido ao seu estilo “bate primeiro, pergunta depois”, onde as pessoas que aparecem no filme são informadas de que estão filmando entrevistas e documentários e acabam sabendo de sua participação na comédia apenas quando o filme sai na telona. Os processos vão de agressões morais, físicas até mesmo por “tocar pessoas de maneira ofensiva”, tirem suas próprias conclusões.
Infelizmente o filme no Brasil foi cortado pela sua distribuidora no país, a Sony Pictures, que cortou duas cenas, uma de sexo entre Brüno e seu assistente pigmeu e um nú frontal, para obter classificação 15 anos ao invés de 18, logo receberemos em terras tupiniquins uma versão igual à australiana.Particularmente não julgo que esse tipo de filme seja para crianças, o que acaba sendo um tiro no pé, pois diminui a qualidade do filme e as pessoas que são o real público0alvo do filme acabam não indo ao cinema.
Porém mesmo com os cortes, o filme mantém sua metragem completa da versão americana, que é de 81 minutos. Particularmente, acho algo MUITO curto para um filme atual voltado para o público adulto, acostumado com durações superiores a 120 minutos.
Na minha opinião isso é jogada dos produtores, para ao lançamento do DVD, anunciar 30… 40 minutos de cenas extras. E esse tipo de comportamento me preocupa, pois tenho medo do filme não ter o mesmo espírito e cuidado empregado em Borat, se aproveitando do sucesso do mesmo para pegar o trem e “forçar risadas”, mas apenas assistindo para saber.
Para quem quer ver mais, segue abaixo o trailer:
Mas é isso, Brüno estréia dia 14/09 nos melhores cinemas perto da sua casa com classificação 15 anos.
Com a internet crescendo como mídia e ocupando um espaço cada vez maior dentro das 24 horas de cada pessoa, é natural que algumas mentes criativas que povoam a Web comecem a se destacar, são as “Web Celebrities”.
Com o relativo sucesso, algumas se tornam arrogantes e mudam, outras não, mas esse tipo de discussão nem vêm ao caso nesse post. Aliás, esse post é mais como uma indicação de entretenimento.
Uma desses talentos é Douglas Walker. Esse rapaz começou a fazer vídeos no Youtube onde fazia reviews humorísticas de filmes e séries antigas através do personagem criado por ele mesmo “Nostalgia Critic”. Mais tarde ele migrou seus vídeos para o site ThatGuyWithTheGlasses.Com.
Douglas ainda possui outros personagens, como Chester A. Bum, um mendigo que faz reviews peculiares e rápidas de filmes recentemente lançados.
Porém gostaria mesmo de indicá-los os vídeos no qual ele interpreta o Nostalgia Critic. Segue abaixo um vídeo de demonstração.
Se você não sabe inglês, apenas lamento, não há versões legendadas dos vídeos dele.
Não sei se agradou, sempre que indiquei Nostalgia Critic para os outros, sempre obtive opiniões bem diferentes, mas a maioria adorava ou odiava, sem muito meio termo.
Espero que gostem! Para ver todos os vídeos dele, basta acessar a lista, onde se encontram entre as reviews, “pérolas” como Twister, Capitão Planeta, Kazaam e Godzilla.
Ultimamente é inegável que o governo brasileiro está investindo “pesado” na tão falada “inclusão digital”. Seja com corte de impostos e juros para equipamentos de informática ou fornecendo banda larga acessível para as classes mais baixas da sociedade.
“A partir de hoje, 26 de junho, os freqüentadores da orla de Ipanema e Leblon passaram a contar com o sistema de acesso gratuito à Internet em banda larga, mais conhecido como Wi-Fi. O sistema faz parte do projeto Orla Digital,
O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, afirmou hoje que o estado será o primeiro totalmente coberto com internet banda larga gratuita. A declaração foi dada durante inauguração do serviço nos bairros de Ipanema e do Leblon.
Os moradores de Copacabana, da Favela Dona Marta e da Cidade de Deus já tinham acesso à internet banda larga gratuita. Segundo Cabral, em pouco tempo, o serviço será estendido à Rocinha e à Baixada Fluminense.”
Me respondam uma simples pergunta. Se você der um lápis e uma folha de papel pautado para um analfabeto, ele vai começar a escrever?
Mas então o governo fala que vai “ensinar ele a escrever”. Ok, compreensível. Mas a partir do conhecimento de “saber escrever” vai ser possível que esse indivíduo saiba ler, interpretar e redigir textos? Não. Na realidade ele apenas saberá reproduzir o exercício robótico e pré-determinado da escrita para fins específicos e limitados, como assinar o próprio nome ou anotar um recado.
Pois bem, esse exemplo acima citado é apenas uma analogia ao que acontece hoje em dia com o brasileiro de classe C e D e a internet.
Gosto de utilizar a expressão “excluídos digitais funcionais” em analogia aos analfabetos funcionais, visto que ambas as situações possuem a mesma problemática, apenas com cenários diferentes.
Os “EDF” (e não é Esfíncter De Ferro), representam uma grande massa de brasileiros que acabam de adquirir seus primeiros computadores próprios, e através de bandas largas livres ou baratas, começam a entrar nesse mundo digital apenas uma década depois do Boom da internet.
O problema é que essas pessoas recebem a faca e o queijo na mão, porém não são orientadas de como utilizar sequer as mais importantes e básicas ferramentas da internet, quanto mais a buscar as mais novas e inovadoras que surgem a cada dia. O reflexo disso é uma gosma social digital grudada apenas a redes sociais (Orkut) e comunicadores instantâneos (Windows Live Messenger).
Desculpa, devo ter a cabeça antiquada, mas eu não consigo aceitar ver pessoas utilizando sistemas de depoimento de redes sociais para enviar mensagens privadas para as pessoas com um fatídico final “naum aseita o depô”(sic). Gente, onde foi parar uma das ferramentas mais primordiais da internet, o E-MAIL?
É necessário criar programas de orientação progressivos e contínuos para a instrução desses novos usuários da web, caso contrário não adiantará de NADA nossos Publicitários e Profissionais de Marketing baterem no peito e rasgarem a camisa de empolgação na hora de venderem internet em seus planos de mídia. Apenas terá números sem penetração, ou seja, só mais uma mídia de massa, e sinceramente, não precisamos de mais uma.
De qualquer jeito, não sei se tal abordagem governamental é proposital para apenas investir numa política populista sempre negando instrução e ferramentas de conhecimento ao povo como vem sendo feito nos últimos 509 anos, ou se realmente é incapacidade, despreparo, desconhecimento ou em outras palavras, BURRICE de nosso governo, que sempre toma medidas pela metade.
De verdade, eu não acredito que o governo vá tomar qualquer ação para mudar esse cenário, e a imagino que a iniciativa privada vê nisso um desafio tão grande (e caro) que não vai compensar o investimento a curto prazo como reflexo na imagem da empresa.
Particularmente eu tenho algumas idéias na cabeça de como implementar sistemas de ensino gratuitos podendo aos poucos começar essa conscientização. Porém tais idéias ainda são embrionárias e possuem uma cara muito “ONG” pro meu gosto. Preciso ainda arrumar uma maneira de lucrar com esse problema, afinal, não sou relógio.
Mas fica o ponto para reflexão: Quais soluções existem, e como VOCÊ consegue fazer dinheiro em cima dos problemas alheios ao mesmo passo que contribui para a evolução da sociedade?
PS.: Tentarei postar com mais freqüência! (ou não) =P
A E3, é um dos mais excitantes eventos de games do ano. Todas as empresas do mercado de games guardam algumas de suas maiores suspresas e anúncios do ano para essa feira. Porém no Palco principal desse evento, ocorrem as Press Conference, com as maiores fabricantes de consoles do mundo, Microsoft, Nintendo e Sony.
Essas apresentações geram furor e despertam a rivalidade dos inúmeros fanboys de cada uma das marcas ao redor do mundo. Cada anúncio gera uma nova discussão, na tentativa de determinar o vencedor de uma batalha mais psicológica do que financeira ou mercadológica.
E então, sem mais delongas, quem “venceu” a E3 2009?
Vamos revisar de maneira breve cada uma das apresentações pela ordem que aconteceram.
A primeira empresa a se apresentar foi a Microsoft. Com um visual arrojado no palco os primeiros 20 a 30 minutos da apresentação foram gastos com Rockband The Beatles, um jogo multiplataforma, mas sem inovação. Basicamente igual a quaulquer outro Rockband, só que com músicas dos Beatles. Porém dá para entender o foco no jogo, visto que da imprensa ali presente sairiam notícias para o mundo, despertando a atenção daqueles que são fãs da banda mas não tem o costume de acompanhar notícias de games.
Em seguida foi mostrado mais um jogo em que é necessário um acessório, Tony Hawk Ride, porém esse título foi humilhado mais pra frente devido a um novo acessório da Microsoft.
Logo em seguida vieram uma boa quantidade de vídeos de jogos, como Final Fantasy XIII, Modern Warfare 2, Left 4 Dead 2, Forza 3, Splinter Cell Conviction, entre outros, alguns exclusivos outros não. Splinter Cell por sinal, roubou a cena, se mostrando talvez o título de melhor qualidade da apresentação.
Foi mostrado mais alguns títulos de Halo como de costume, e finalmente gameplay de Alan Wake, que agradou, mas não surpreendeu.
A Microsoft também investiu em funções e mídias sociais, trazendo para dentro de seu console, Facebook, Last.fm, Twitter e Sky. Mas o ponto alta da Microsoft ainda estaria por vir.
Todos se animaram quando toma o palco de maneira sorrateira, o aclamado Hideo Kojima, que anuncia um novo Metal Gear Solid estaria vindo para o 360 com o nome de Metal Gear Solid Rising. Infelizmente para os entusiastas do Xbox, diferente do que aparentava na conferência, o título foi confirmado também para PC e PS3.
Nisso a Microsoft se preparou para mostrar uma das sacadas que ela considerava principais na apresentação, o Natal. Natal é uma câmera sensorial com um microfone ambiente, desenvolvida pela Microsoft para permitir jogar determinados jogos e utilizar funções do console, através apenas de movimentos e controle de voz.
A idéia do Natal é muito boa, se não fosse sua proposta de “eliminar todo e qualquer tipo de interação por joystick”. A primeira vista parece tentador, porém ao analisar mais profundamente as possibilidades apresentadas e potenciais, não há como exergar um uso mais maduro para o acessório, visto que a inexistência de botões ou analógicos, limita fatores como movimentação e ferramentas de gameplay.
A partir dessa análise conclui-se que o acessório será voltado única e exclusivamente para a audiência casual, com pequenos party games, provavelmente oferecidos através do serviço Xbox Live Arcade. Não sei se essa proposta é uma tentativa de bater de frente com a Nintendo, se for, as chances de falhar são grandes, visto que a Microsoft não tem uma base casual muito menos a simpatia e a identidade criados pela Nintendo com os casual gamers ao longo de 3 anos. Sobre o Tony Hawk Ride, foi engraçado o Natal demonstrar um guri brincando de skate sem precisa de nenhum acessório extra, tornando o acessório apresentado no início pela lenda do skate, um pedaço de plástico inútil.
Resumo: A Microsoft teve uma apresentação direta aos gamers. Não se preocupou com números, estatísticas, vendas e etc, apenas mostrou o que a audiência queria ver. Diferente dos outros anos, ela focou mais sua atenção em títulos exclusivos e não multiplataforma como vinha fazendo. Ela pecou talvez na falta de impacto de títulos exclusivos e novidades. Vimos coisas que já sabíamos, e o Natal, tirando o hype desnecessário de alguns, não pareceu grande coisa. E agora alguém sabe onde foi parar o Windows e toda a conversa do “Games for PC”? Pelo jeito os PC Gamers foram meio que renegados de atenção pela Microsoft nessa E3.
A segunda empresa a fazer sua apresentação foi a Nintendo. Muitos esperavam uma grande apresentação, como uma forma de redenção em relação a péssima apresentação do ano passado, porém, não ocorreu o que esperavam.
Diferente de Sony e Microsoft, a Nintendo se resumiu em um evento de apenas 1 hora, diferente das 2 horas dos concorrentes. Infelizmente esse curto espaço de tempo passou vagarosamente, de maneira muito menos fluída.
Tudo começou com gráficos de vendas, como de costume desde o sucesso atestado do Wii e DS. Após esse início chato foi anunciado o New Super Mario bros. Wii, um novo plataforma 2D de Super Mario, porém agora com uma nova abordagem, suporte para até 4 players simultâneamente.
Quando tudo parecia melhorar, ledo engano, pois daí pra frente só vimos um festival de números, estatísticas idênticos aos do ano passado. Tais gráficos eram intercalados com jogos já anunciados a tempos atrás, como Wii Sports Resort e Kingdom Hearts 358/2 Days, e alguns outros pouco interessantes, como C.O.P Recruit ou Women’s Murderer Club.
Mas a confiança na Nintendo costuma ser grande visto sua tradição, quando Satoru Iwata, Presidente Global da Nintendo entra no palco imaginamos mais um grande anúncio, mas tudo que ganhamos é Wii Vitality, um medidor cardíaco para Wii. Isso mesmo que você leu! Um medidor cardíaco. Com certeza esse acessório ganhou o prêmio de “Momento WTF?” dessa E3, e olha que hoje foi só o primeiro dia.
Mas a Nintendo esperou que todos caíssem no sono para ligar as caixas de som no máximo, pois os últimos 15 minutos de apresentação foram espetaculares. Houve um grande combo de anúncios de excelentes jogos, começando por Super Mario Galaxy 2, The Conduit, Resident Evil: The Dark Side Chonicles e Dead Space Extraction.
Para finalizar com “chave de ouro” a Nintendo anuncia e mostra Metroid Other M, um novo Metroid feito através da parceria da Nintendo com o Team Ninja, produtora da série Ninja Gaiden. Pelo que foi mostrado, essa parceria tem tudo para dar certo.
Resumo: Não se enganem pelo final espetacular. A apresentação da Nintendo foi mais uma reunião de negócios que uma coletiva de imprensa. Apesar da curta duração em comparação às concorrentes, sua demonstração poderia ser até bem menor do que já foi, se cortassem o lero-lero e os inúmeros vídeos institucionais de gente feliz. Os novos anuncios foram poucos, vimos muita coisa repetida, e menos ainda do Wii Motion Plus onde a Nintendo preferiu deixar que as third demostrassem suas aplicações no jogos durante a feira, assim como fez a Ubisoft com Red Stell 2.
Fechando o cirtuito de apresentações das grandes fabricantes, a Sony iniciou sua apresentação com um extenso, porém empolgante, vídeo de sua biblioteca de títulos para toda a família PlayStation.
Como não poderia faltar na apresentação da Sony, começam os discursos sobre vendas e distribuíção pelo globo. Quando o Brazil foi citado, poderia ser motivo para animação se os números não fossem referentes apenas às vendas de PS2, atualmente oficialidado no país.
Porém essa estapa não se estendeu muito como na apresentação da Nintendo e começaram a ser apresentados diversos títulos com live demos no palco. Alguns já eram repetidos e não empolgaram, como Uncharted 2 porém foi mostrado pela primeira vez MAG sendo jogado por uma quantidade massiva de players, e mesmo assim aidna poderia suportar muito mais, no caso até 266.
Mas esse pequeno teaser do PS3 não seguiu, dando lugar ao PSP. Após o anúncio do PSP Go, que já não era novidade nenhuma para quem lê notícias diáriamente, foi dado o preço do novo modelo, e parece que a Sony não aprendeu com o erro do PS3. US$ 249,00, é o preço do portátil, tão caro quanto um Wii, mais caro que um Xbox 360 Arcade, um pouco caro demais para algo que simplesmente livra o usuário dos UMDs e torna o PSP mais discreto.
Finalmente a Sony segue os passos da Microsoft e leva o controle do conteúdo d PSN para a Web, através do Media Go, assim como a Microsoft já fazia na Live com o Xbox Marketplace. Além disso foi anunciado um corte de 80% nos Devkits de PSP, boa notícia para quem estava na platéia lá, totalmente whatever para meros mortais daqui.
Após o impacto do preço do PSP Go e de notícias irrelevantes, veio um surpreendente combo de novos jogos ainda não vistos para PSP como Gran Turismo PSP, Resident Evil, Little Big Planet, Mortor Storm entre outros. Para fechar a pauta do PS3, novamente de maneira sorrateira Hideo Kojima invade o palco, para anunciar mais um de seus jogos, dessa vez para PSP, com o nome de Metal Gear Solid Peace Walker.
Após o fechamento do PSP, o foco total dali até o final foi para a line-up do PS3, que recebeu um vídeo exclusivo, parecido com o do começo da apresentação, era possível ver momento de games exclusivos e multiplataforma.
Não foi mostrado necessáriamente nessa ordem que apresentarei os itens, mas pudemos ver em seguida o anúncio de Agent, novo jogo exclusivo da Rockstar para PS3, um vídeo do então completo Gran Turismo 5 e um poético e bonito trailer de The Last Guardian, até então conhecido como Project Trico, o novo jogo do Team Ico.
Foi apresentado gameplay de Assassin’s Creed 2, que é multiplataforma, e de maneira surpreendente, anunciado Final Fantasy XIV, mas para alegria de uns e tristeza de outros, será um MMORPG assim como Final Fantasy XI. Também não foi informado nada sobre exclusividade, o que torna bem provável que o título também seja multiplataforma.
A Sony, talvez numca tentativa de se encaixar dentro do cenário do Motion Plus e do Natal, apresentou seu protótipo de controle por movimento que trabalha com conjunto com a já existente PSeye. Porém o desenvolvimento do periférico ainda está muito cru, e o que se viu foi um protótipo mal terminado no formato de um vivbrador colorido, sem muita funcionalidade específica, apelando à imaginação do espectador a pensar no potencial que aquele acessório poderia trazer.
Diferente do Natal da Microsoft, esse controle demostra um maior potencial de uso em games menos casuais, visto que sua proposta se assemelha mais ao Wii Motion Plus, visto que possui botões de controle. Porém devido a plataforma já instalada de games e usuários que jogam em sua maioria jogos convencionais, é realmente muito difícil imaginar a Sony e as third parties utilizando esse controle em títulos AAA, assim como acontece com o Natal da Microsoft.
Para finalizar o show, foi mostrado um longo gameplay de God Of War 3, que parece ter deixado a platéia animada.
Resumo: Diferente dos outros anos onde houve maior foco nos exclusivos, a Sony apostou dessa vez num mix de exclusivos com multiplataforma, sem pesar mais para nenhum dos lados da balança. O número de novos jogos exclusivos para PSP foi animador, porém houveram poucos realmente novos no PS3. O protótipo de controle de movimento não foi apresentado na hora certa e o PSP Go é muito caro porém essas falhas foram em parte fuscadas pelos bons anúncios e vídeos apresentados.
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Foi uma decisão difícil de tomar, principalmente pelas particularidades envolvidas entre as três empresas. São públicos diferentes, aparelhos diferentes, em especificações e quantidade. Porém na minha opinião, a melhor apresentação dessa E3, pertenceu à japonesa Sony.
Muitos irão me apedrejar, e alguns irão concordar, porém depois de pensar bastante cheguei à conclusão que a Sony teve a apresentação mais constante e empolgante. Apesar da Microsoft ter feito uma de suas melhores apresentações em anos na E3, a empolgação limitou-se a momentos específicos. Ambas erraram em determinados assuntos específicos, então isso não tirou o mérito de ninguém.
Já a Nintendo fica na lanterna da E3, pela 2ª vez consecutiva, sem empolgar muito, mesmo tendo ótimas ferramentas na mão e títulos de alta qualidade que possuem grandes chantes de ganhar um GOTY do ano que foram lançados.
Muito obrigado se tiveram paciência para ler esse review, e fiquem livres para dar opinião. Me perdoem qualquer erro, fiz o texto em pouco menos de 1 hora.
Continuem antenados pois a E3 ainda tem muitas novidades até o dia 4!
Os últimos dias tem sido duros, e não tenho tido tempo de sequer pensar em algo para escrever por aqui. Isso, aliado a uma falta de criatividade imensa, me obrigam a mudar um pouco o foco dos assunto desse post.
Bom, alguns que me conhecem sabe que odeio muitas coisas relacionadas ao que acontece no Brasil, porém eu tomo cuidado de antes de fazer críticas, saber se elas possuem fundamento. Porém muitas pessoas tem um péssimo costume de criticar absolutamente todo tipo de trabalho feito no Brasil, classificando-o como inferior a de outros países. Uma das áreas que mais recebe críticas é a da dublagem nacional.
Ok! Eu admito, prefiro assistir filmes legendados por captar melhor o espírito do roteiro original. Mas de maneira alguma desdenho a dublagem feita pelos profissionais brasileiros, que considero, uma das melhores do mundo, senão a melhor.
Muitos criticam nossos dubladores por mudarem o texto original, mas não entendem que isso é feito para que piadas que possuem graça na linguagem e ambientação estrageira, não fiquem sem sentido e conseqüentemente se graça na dublagem.
Nossos dubladores são extremamente competentes, e responsáveis por criar uma ponte de carisma e identificação com centenas de personagens de cinema, animações e seriados ao longo das décadas. Ponho minha mão no fogo ao dizer que se nossa dublagem não fosse tão boa, e possuísse um péssimo acervo de vozes e profissionais sem criatividade como é em MUITOS países DESENVOLVIDOS por aí, muitos dos personagens que hoje vocês leitores lembram na infância, não seriam lembrados com tanto saudosismo.
Segue abaixo uma entrevista muito boa, feita com o dublador Guilherme Briggs, que é na minha concepção, um dos melhores dubladores da atualidade no país.
A entrevista possui aproximadamente 2 horas (SIM, ele fala mais que mulher), porém é extremamente interessante para quem tem a curiosidade de saber como funciona, ao menos em parte, a indústria da dublagem no Brasil e quais as relações com as versões originais. Espero que gostem!
Eu sinceramente esperava nunca ter que falar de política aqui, mas infelizmente ela nos segue para todo lugar. Sabe como vejo às vezes o Governo Brasileiro? Como o Seu Barriga, gordo, rico, que só aparece pra fazer a cobrança, não trabalha, e mesmo com a maioria de seus inquilinos pagando em dia, a vila continua feia, suja e com um mendigo vivendo na porta.
É nesse espírito que pagamos um imposto de renda absurdo todos os anos. Trabalhamos quase 1/4 do ano apenas para o governo, sem contar os impostos que pagamos em toda e qualquer transação de compra, venda, produção e até mesmo descarte. Milhares de empreendimentos extremamente inovadores e com grande potencial, são mortos prematuramente por causa de impostos que parecem fazer de tudo para prejudicar o pequeno empreendedor.
Tudo seria justificável se tivéssemos toda uma infraestrutura nacional que possibilitasse não precisarmos ter despesas com planos de saúde, segurança, educação, entre outras, os salários e lucros perdidos com impostos seriam bem gastos, mas não é isso que acontece. Enquanto isso vemos deputados e senadores enriquecendo às custas de benefícios em cima de benefícios, pagos graças a nós contribuintes.
Pouco a pouco isso revolta o povo, e o desabafo desse jornalista, Luiz Carlos Prates, me motivou o suficiente a fazer esse post.
Confira o vídeo(infelizmente o embed não funcionou):
Pra mim esse vídeo foi espetacular. Ter isso em rede nacional é um sonho que difícilmente se realizará, sem contar que menos de 20% da população tem a capacidade intelectual e cultural de acompanhar tal pensamento.
Poisé, infelizmente o jeito é trocar esse pensamento com pessoas fora da massa ignorante.
PS.: Alguém sabe que canal é esse? Parece ser do Sul pelo sotaque, mas não sei de qual cidade.
Hoje achei um site bem no estilo “seus problemas acabaram”, e como me chamou muita atenção, resolvi postar aqui.
Existe uma coisa que me irrita bastante, comodismo. E o comodismo digital é um dos piores que existe. Talvez essa minha raiva venha da minha raiz como Técnico de Informática, não sei, talvez das horas e horas gastas tentando convencer antigos clientes a aceitarem alternativas de softwares que atenderiam suas necessidades.
Muitas pessoas, geralmente usuárias casuais de computadores, acabam se acostumando a usar certo programa para determinado fim durante muito tempo, e ao se verem impossibilitadas de utilizar novamente tal programa (por causa de uma simples chave expirada até ao fato de ter a máquina formatada e o programa ser tão obsoleto que não se encontra mais disponível no mercado ou internet) perdem totalmente o chão. É nessas horas que o instinto as leva a pedir socorro ao primo/irmão/tio/sobrinho/amigo/colega/filho/namorado/empregado que “entedessascoisadicomputado”.
Poisé… fui… sou… e provavelmente continuarei sendo esse primo/irmão/tio/sobrinho/amigo/colega/filho/namorado/empregado. Porém o grande desafio é convencer essas pessoas que HÁ programas melhores que o que elas estão acostumadas a usar, assim como opções gratuitas para suprir necessidades que antes eram resolvidas com programas pagos.
Para ajudar tais pessoas e poupar o tempo de nós pobres criaturas que entendem um mínimo de tecnologia que nasceu o Alternatives To.
Nesse site o usuário possui uma ferramenta de busca de alternativas a determinados programas. Basta digitar o nome do programa na busca que o site retorna as alternativas, ordenadas por relevância e pela avaliação dos próprios usuários.
Essa é outra característica interessante. A interação dos usuários para com as sugestões ajuda a filtra cada vez melhor os resultados de alternativas, ajudando também a novos usuários decidirem por qual programa alternativo utilizar.
Os filtros de busca são diversos, e logo de cara já é possível escolher na exibição para qual sistema operacional você está fazendo a busca, inclusive, para plataforma Web. Sim! Alternativas de sites a outros sites. Vale lembrar que o Alternatives To dá resultados de programas e sites tanto gratuitos quanto pagos.
Bom, essa é uma dica interessante para os marinheiros de primeira viajem que estão tão acostumados a um mundinho cômodo e funcional, que esquecem de olhar pela janela, e acabam não sabendo a diferença de Linux pra Windows e tendo fobia do desconhecido *alfinetada*.
Quando começamos a aprender os básicos conceitos de Marketing na faculdade, nos é passado que o mundo e os consumidores estão em constante movimento e que para acompanhá-los é necessário que o profissional de marketing busque e traga constantes inovações consigo. Isso é uma verdade inegável, e não estou aqui para contestá-la, porém será que esse conceito se aplica a todos os mercados?
Eu não poderia fazer um post desses, sem apelar para alguns de meus gostos pessoais portanto utilizarei como foco de exemplo o entretenimento digital.
A indústria do entretenimento digital é tradicionalmente uma das que mais tiveram pulso criativo nos últimos 30 anos, e quando utilizo essa nomenclatura fica óbvio que estou falando principalmente de games, porém gosto de usar tal termo para abranger outras vertentes como sites de internet, televisão digital entre outros.
Em pouco mais de 30 anos, superou em grandiosidade econômica de gigantes, como as indústrias cinematográfica e fonográfica, incorporando-as em seu próprio sistema com jogos de filmes e musicais, e até exportando suas propriedades intelectuais para essas indústrias, com dezenas de filmes (ruins) baseados em games e músicos famosos lançando em seus CDs músicas de games.
Mas chega de lero-lero, só tomei essa introdução para mostrar que estamos falando aqui de bilhões de dólares, de um mercado em constante expansão, tornando o que falarei mais válido.
Irei fazer um paralelo entre 2 games lançados durante o ano de 2008.
De um lado, está Mirror’s Edge. O game que julgo um dos mais criativos nos últimos anos. O jogo se passa num futuro próximo, onde a população abriu mão de sua privacidade e direitos civis para o governo em troca da segurança. Nesse mundo distorcido você se encontra na pele de Faith, uma runner (indivíduos contrários ao sistema vigente que através de técnicas de Parkour, entregam mensagens secretas por cima dos prédios, onde as câmeras não alcançam), busca salvar sua irmã, uma policial, de falsas acusações numa história recheada de conspiração.
A mecânica do jogo é a grande inovação, onde através de uma visão de primeira pessoa (nos olhos da personagem), você faz saltos, anda pelas paredes, se equilibra em barras, combate policiais e soldados armados de mãos limpas e todo tipo de loucura mas tudo dentro de uma realidade física.
Pode parecer simplista a mecânica, e é! Porém em tempos onde para todo lado que olhamos, vemos games violentos, com tiros, sangue, mutilações, lasers, naves, portais e monstros, ver um game que apresenta um conceito de mecânica nunca visto antes, aliando a uma visão realista do mundo, sem apelar para a violência, é algo SURPREENDENTE! Através dessa aposta, o jogo conquistou o coração da mídia especializada, sendo premiada por diversas publicações impressas e online. Tendo confiança nessas boas avaliações e no conceito de inovação de seu jogo, a publisher EA não investiu muito em campanhas publicitárias, acreditando no valor viral que o título poderia trazer.
Do outro lado temos Gears of War 2 continuação de um dos maiores sucessos de 2006. A trama desse jogo, se é que ela existe, corre acorrentada ao primeiro jogo, onde após a humanidade colonizar um planeta distante, da noite pro dia, sem muita explicação, aparentemente os antigos donos do local começam a sair da terra e atacar os humanos, iniciando uma guerra dos humanos contra os alienígenas (bastante original). Você encarna na pela de Marcus Fenix, um soldado condecorado porém renegado, preso por desobedecer ordens pra salvar seu pai, que é solto por ser foda demais e aparentemente ninguém pode substituí-lo no exército (sua televisão baba originalidade).
Em relação a mecânica, nada foi mudado em relação a primeira edição do jogo, um sistema de tiro em terceira pessoa (câmera nas costas da personagem), baseado no sistema utilizado alguns anos antes em Resident Evil 4. O título apela principalmente para a violência explícita, a fim de conquistar mais aceitação do público masculino, esbanjando e vangloriando-se de desmembramentos, sangue e drama sensacionalista barato, infelizmente já vimos isso a quase 20 anos com Mortal Kombat.
Com pouca novidade, e tendo como appeal de venda apenas o sucesso de seu antecessor, o título precisou de uma das campanhas de marketing mais caras da indústria dos games, perdendo talvez apenas para Halo 3. Foram incessantes comerciais televisivos no horário nobre americano, publicidade saindo pelas bordas da internet. Valia até entregar kits promocionais com valores superiores a 400 dólares a jornalistas que fossem fazer reviews.
Que tal irmos aos números?
As vendas de Mirror’s Edge não foram das melhores, e estão em 630 mil cópias vendidas. Já Gears of War 2 atualmente atinge o número de 4 milhões e 790 mil cópias, aproximadamente 7 vezes mais.
Não há nenhuma justificativa quanto a tecnologia ou plataforma dos jogos. Ambos foram desenvolvidos com o mesmo motor gráfico e físico, foram lançados na mesma época e possuíam produtoras e distribuidoras grandes.
E então? Será que a inovação é tão importante assim? Ou será que a manutenção de conceitos que obtiveram sucesso anterior é a melhor forma para o lucro?
Talvez seja como diz Morpheus no filme Matrix, a maioria das pessoas está tão dependente do sistema que não conseguiriam viver algo diferente, ou seja, talvez a maioria dos consumidores não esteja pronto e receptivo a inovações, e prefiram comprar algo que já tenham visto antes “em algum lugar”, uma estratégia de compra relativamente segura.
A tarefa de você que está lendo esse texto, e tentar transportar essas perguntas pro seu ambiente de trabalho, antes de propor ou iniciar uma idéia extremamente inovadora, busque saber se aqueles que são os alvos da idéia, realmente estão abertos a tais inovações.
Nunca se esqueça também, de que independente de quão boa seja a novidade, não adianta nada deixá-la em cima da mesa e esperar que ela passe de mão em mão. É necessário fazer a promoção da idéia, vender o produto, mostrar que quem comprar a idéia, vai receber muito mais do que o óbvio.
Portanto cuidado com novas estratégias, produtos ou metodologias, por melhores que sejam e por mais elogios que recebam, não é o suficiente para obter o sucesso.